Hello, Stranger!
Entre o desconhecido e
o prazer cultural
O quão místico poder ser
"conhecer" alguém? Um ser do qual não sonhavam cuja existência e, de
repente, num piscar de olhos, acontece o fenómeno chamado "Hello, Stranger!"
Neste fenómeno, duas realidades paralelas difundem-se lentamente, através de
troca de palavras que, em algum momento, serão suficientes para definir aquilo
que os olhos desconhecem. Este processo pode ser assustador, para os mais
tímidos ou reservados, pela ideia de partilhar parte do seu ser, ou, para os
mais extrovertidos, entusiasmante por encontrar ali um compincha, "a
soulmate of brainstorming".
No fenómeno "Hello,
stanger!", o meu entusiasmo vai incrementando à medida que dessa realidade
paralela advém uma aragem de temática cultural em comum. Ahhh, o quão prazeroso
pode ser falar com alguém sobre aquele filme? Aquele que descobriram há três
anos e continuam a consumi-lo como se a indústria cinemática tivesse parado,
ali, naquele momento. Ou daquela banda que jamais sairá do top do spotify?
Confesso. Duas situações que, a mim, deixam um friozinho na barriga, um brilho
nos olhos e um sorriso radiante de quem não podia estar melhor.
É esse gosto pela
cultura, pela arte: música, cinema, fotografia, etc. É essa sensibilidade para
deixar as emoções à flor da pele, a partilha de ideias e percepção da realidade de cada ser, é isso que me traz aqui. Partilhar cultura. A maior riqueza de qualquer ser humano.
Hello, stranger! You are welcome."

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